Perseguição: Prefeito-advogado tenta censurar imprensa; blogs e rádio


Radialista Gean Carlos: mais um vítima da perseguição de “prefeitos coronéis”

O radialista Gean Carlos, apresentador e âncora do Jornal Cabugi Notícias (programa líder de audiência), constantemente tem denunciado as tentativas de perseguição e intimidação por parte da atual gestão municipal, gerida pelo prefeito-advogado e ex-empresário, Deusdete Gomes de Barros, do PSDB.

Gean é um ferrenho crítico não das pessoas, mas de suas atuações política; tanto do atual prefeito, bem como da forma que o seu secretariado vem trabalhando, do qual através do Jornal Cabugi Notícias, tem feito críticas à gestão municipal.

O radialiata é mais uma vítima de um prefeito que se acha acima de todos, e que não gosta de ser contrariado. Mas ele não é único. Diversos municípios estão cheios de prefeitos “intocáveis”. Aqueles que enchem a boca para lembrar “eu sou o prefeito dessa terra”.

No exercício do mandato, tem quem queira retornar à época obscura da década de 30 e de 40, onde o coronelismo fazia uma verdadeira festa numa época em que as coisas funcionavam no cabresto com atitudes que lembram os que alguns do tempo de hoje voltaram a fazer: batem em mesa, usam o poder da polícia a seu favor, não aceitam críticas, perseguem adversários e tentam ridicularizar aqueles que não aceitam ser subservientes.

Os mais diversos veículos de comunicação da cidade e os comunicadores “que prestam”, são apenas aqueles que divulgam as informações oficiais da Prefeitura. Estes atuais gestores, principalmente os que já foram oposição um dia e que passaram a vida inteira apontando o defeito dos outros, é inaceitável ser contrariado.

Para muitos desses “gestores”, principalmente estes de primeira e única viagem ainda enlambuzados pelo poder, não existe essa questão de liberdade de expressão. Aqueles que escreve o que eles não querem é intimidado, ridicularizado e censurado publicamente como forma de “camuflar” e minimizar o teor das críticas.

Essas são verdadeiras atitudes de quem está perdido na cadeira de prefeito. E tenta justificar a paralisia do sua gestão, perseguindo quem se declara contrário, ou simplesmente se recusou a ser submisso as “boas-vantagens” dos ocupantes do Palácio Municipal.